Fenapef promove live sobre migração para o Regime de Previdência Complementar

Evento buscou auxiliar sindicalizados na decisão de permanecer ou não no atual regime

Fonte: Comunicação Fenapef

Data: 29/11/22

A Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) promoveu uma live, na última sexta-feira (25), com o objetivo de municiar os sindicalizados com informações para que tenham melhores condições de avaliar a pertinência ou não de fazer a migração para o Regime de Previdência Complementar, que pode ser realizada até a próxima quarta-feira, dia 30 de novembro.

A live, intitulada Migração para o Regime de Previdência Complementar, foi ministrada pelo especialista em direito previdenciário, José Hailton Lages Diana, da Advocacia Riedel. Ele abordou, entre outros assuntos, as regras de aposentadoria do atual regime e as minúcias para a migração.

“A reforma da previdência afetou o serviço público de uma forma geral, especialmente a carreira policial. E é por isso que essa migração de regime, nesse momento, ganha uma atenção especial”, comentou o especialista José Hailton, que iniciou a apresentação explicando sobre os requisitos de aposentadoria, regidos inicialmente pela Lei Complementar n° 51/85 e Lei Complementar n° 144/2014, além de abordar as regras de transição.

´Você precisa fazer uma análise do histórico da sua carreira e uma perspectiva futura. Esse olhar para o futuro é muito difícil, mas o ideal é você olhar todo o contexto que se apresenta no serviço público hoje e imaginar se o reajuste da sua carreira nos próximos anos ou, a partir do momento em que você se aposentar, pode ser mais ou menos interessante do que o reajuste pela inflação”, disse o especialista.

José Hailton explica, ainda, que a migração é uma escolha. “Ou eu tenho integralidade e paridade, ou me aposento com benefício especial mais o teto do regime geral de previdência social e o reajuste na mesma data e proporção pelo índice utilizado pelo regime geral, que hoje é o INPC”.

Portanto, independentemente da decisão do servidor público federal, a migração é uma perspectiva futura. Para os que seguem indecisos, José Hailton orienta: “Gosto sempre de fazer a seguinte análise: a minha carreira é forte, em termos de conquistas? Historicamente, meu sindicato luta pela categoria? Se sim, a migração pode não ser tão interessante”. Entretanto, o especialista relembra que cada caso precisa ser analisado individualmente.

Para conferir na íntegra a live Migração para o Regime de Previdência Complementar, acesse: https://fenapef.org.br/migracao-para-o-regime-de-previdencia-complementar.

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