Diretora da ANP destaca integração entre cargos da Polícia Federal
“Há uma só camisa, porque há um só time”, afirmou Christiane Corrêa Machado em discurso aos novos policiais federais
Fonte: Comunicação Fenapef
Data: 28/08/26
Durante a cerimônia de formatura dos novos policiais federais, realizada nesta sexta-feira (28), a diretora da Academia Nacional de Polícia (ANP), Christiane Corrêa Machado, destacou a importância do trabalho coletivo e da integração entre os diferentes cargos que compõem a Polícia Federal.
Em seu discurso, Christiane ressaltou que a atividade policial exige a atuação conjunta de profissionais com diferentes conhecimentos, competências e atribuições. Segundo ela, delegados, escrivães, papiloscopistas e peritos desempenham funções distintas, mas complementares, e todos são essenciais para o cumprimento da missão institucional.
“A atividade policial é, por natureza, um trabalho coletivo”, afirmou. Para a diretora, uma equipe eficiente não é formada por pessoas que desempenham exatamente as mesmas funções, mas por profissionais com competências diversas, capazes de colocá-las a serviço de um objetivo comum.
Christiane também observou que, apesar das atribuições específicas de cada cargo, todos os profissionais integram uma única instituição. “Quando a equipe sai para cumprir um mandado de busca ou participar de uma operação, não existem várias Polícias Federais em campo. Sai a Polícia Federal”, enfatizou.
Para ressaltar essa integração, a diretora comparou a corporação a um time de futebol. A analogia também lembrou a iniciativa adotada desde a formação da penúltima turma, quando os alunos deixaram de ser distinguidos por cores.
“Apesar de todas essas funções diferentes, ninguém entra em campo com uma camisa diferente porque ocupa uma posição diferente. Há uma só camisa, porque há um só time”, afirmou.
Ainda segundo a diretora da ANP, cada servidor contribui com seus conhecimentos, competências e responsabilidades, mas todos compartilham a mesma identidade institucional e dependem uns dos outros para que a missão seja cumprida.
Ao se dirigir aos formandos, Christiane destacou a importância de se orgulharem de seus respectivas cargos, sem perder de vista que a força de cada função está justamente na capacidade de contribuir para uma missão coletiva.
“Ninguém, ninguém faz Polícia sozinho”, afirmou, ao recordar uma das mensagens trabalhadas ao longo do curso de formação.
Christiane encerrou o discurso destacando que uma das principais lições que os formandos devem levar da Academia Nacional de Polícia é a disposição para aprender continuamente com os colegas. Segundo ela, a partir da conclusão da formação, parte essencial da trajetória profissional dos novos policiais acontecerá fora da academia, no cotidiano da instituição e no trabalho conjunto em defesa da sociedade.
