Fenapef manifesta pesar pela morte de policial federal no Paraná

Fonte: Comunicação Fenapef

Data: 02/07/26

A morte da escrivã da Polícia Federal Vanessa Marty, de 45 anos, ocorrida na última semana, em Cascavel (PR), causou profunda comoção entre colegas e em toda a comunidade policial federal. O caso, cuja principal linha de investigação aponta para a hipótese de feminicídio, levou a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) a manifestar profundo pesar pelo falecimento da policial e solidariedade aos seus familiares, amigos e colegas.

A diretora da Mulher da Fenapef, Karin Peiter, lamentou profundamente o ocorrido, reafirmou sua confiança no trabalho das autoridades responsáveis pela investigação e destacou a importância da completa elucidação dos fatos, com a responsabilização dos envolvidos, na forma da lei.

"Recebemos essa notícia com profunda tristeza e indignação. Se confirmada a hipótese de feminicídio, estaremos diante de uma tragédia que evidencia que a violência contra a mulher não faz distinção de profissão, cargo ou condição social. Neste momento, nossa solidariedade está com a família, os amigos e todos os colegas da policial. Acompanharemos o caso com respeito ao trabalho das autoridades responsáveis pela investigação e esperamos que todas as circunstâncias sejam plenamente esclarecidas."

Diante da gravidade do caso, a Diretoria da Mulher da Fenapef reafirmou seu compromisso com a promoção de ações voltadas à prevenção e ao enfrentamento da violência doméstica e de gênero, bem como ao fortalecimento de iniciativas de acolhimento, proteção e apoio às mulheres policiais.

Para Karin Peiter, o combate à violência contra a mulher exige atuação permanente, compromisso institucional e mobilização de toda a sociedade.

"Nenhuma mulher deve perder a vida em razão da violência de gênero. O feminicídio é uma das expressões mais cruéis dessa violência e impõe a toda a sociedade, e também às instituições, o dever de atuar na prevenção, no acolhimento e na proteção de mulheres em situação de vulnerabilidade. Que tragédias como esta jamais sejam naturalizadas."