A Federação Nacional dos Policiais Federais irá integrar, como entidade representativa da sociedade civil, a Comissão de Legislação participativa da Câmara dos Deputados. A adesão da Fenapef ao colegiado foi acertada nesta quarta-feira , 10, durante reunião entre o presidente da Federação, Marcos Wink e o secretário-geral, João Valderi de Souza com o novo presidente da Comissão, deputado Paulo Pimenta (PT-RS).
O deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB) manifestou apoio às propostas da Federação Nacional dos Policiais Federais ao Projeto de Lei Orgânica. No diálogo com os representantes da Federação, Paulo Abi-Ackel disse que irá trabalhar para que o Projeto seja exaustivamente debatido na Comissão, principalmente no que tange as atribuições dos policiais federais.
A Federação Nacional dos Policiais Federais convocou as eleições para os Conselhos de Ética, Fiscal e Jurídico da entidade. O pleito, sob a coordenação da Comissão Eleitoral Nacional, acontece no dia 25 de março no período das 16h às 18h em Brasília. O registro de candidatura deve ser requerido pela Comissão Eleitoral Nacional até às 18h do dia...
O Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal conseguiu uma vitória jurídica contra os abusos e desmandos cometidos pela gestão de pessoal do Departamento de Polícia Federal. A diretoria Jurídica do SINDIPOL-DF impetrou Mandados de Segurança na defesa dos servidores que foram removidos sem a devida comunicação, sem critérios objetivos...
02/02/2010
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O STF (Supremo tribunal Federal) abriu nesta segunda-feira (1º) o ano judiciário de 2010. Este ano, estão na pauta da Corte temas polêmicos como a interrupção da gravidez de fetos anencéfalos, a união homoafetiva, a constitucionalidade da lei seca e da lei antifumo. O presidente do Supremo, ministro Gilmar Mendes, afirmou durante a cerimônia que temas como o aborto mostram a situação de vanguarda da Justiça brasileira.
- Quando se trata de temas sensíveis como o de células tronco e do aborto o Supremo coloca-se em situação de vanguarda se aproximando de outras mais altas cortes.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva citou a reforma do judiciário como um dos fatos mais importantes dos sete anos de governo. O presidente afirmou durante a abertura do ano judiciário que durante todo o seu mandato a relação entre o Executivo e Judiciário se manteve próxima, mas independente.
- Em todos os momentos mantivemos a relação do Executivo e Judiciário como previsto na Constituição. Estivemos próximos, mas sem perder nossa independência. Acredito que uma das mais nobres missões é essa. Deixar para os que estão por vir um ambiente democrático ainda mais sólido.
Governo do DF
Já nas primeiras sessões de 2010, o STF deve julgar a Ação Direta de Inconstitucionalidade da lei que trata da competência da Câmara Legislativa do Distrito Federal de processar o governador do DF. A ação proposta pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, será relatada pelo ministro Dias Toffoli. Caso a lei seja considerada inconstitucional a decisão vai permitir que a Justiça processe o governador do DF, José Roberto Arruda. Arruda é suspeito de integrar um suposto esquema de corrupção dentro do governo do DF.
A mais importante corte do Brasil também julgará o Mandado de Segurança do PPS, DEM e PSDB, que contesta o ato do presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer. Temer permitiu que mesmo com a pauta da Câmara trancada por medidas provisórias, outras matérias sejam votadas pelo plenário. Em 2009, o julgamento foi interrompido por um pedido de vistas da ministra Cármen Lúcia.
Ministério Público
Os ministros devem decidir também sobre o poder de investigação do Ministério Público. O tema diz respeito a pedido de habeas corpus pedido pelo empresário Sérgio Gomes da Silva, conhecido como "Sombra". O empresário é suspeito de ser o mandante do assassinato do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, do PT. A pauta foi citada por Gurgel durante o discurso abertura, no plenário do STF.
Segundo a assessoria do STF a aposentadoria compulsória do ministro Eros Grau, que completa 70 anos em agosto, também deve fazer com que as matérias relatadas por ele sejam priorizadas pelo plenário da Corte, como é o caso da revisão da Lei de Anistia.
Fonte: R7